sexta-feira, novembro 09, 2012

Absolutamente incrível

People are amazing:

segunda-feira, novembro 05, 2012

Lisboa não é a cidade perfeita

Ainda bem que Lisboa não é
a cidade perfeita p'ra nós.

 

Ainda bem que o tempo passou e o amor que acabou não saiu.
Ainda bem que há um fado qualquer que diz tudo o que a vida não diz.
Ainda bem que Lisboa não é a cidade perfeita p'ra nós.
Ainda bem que há um beco qualquer que dá eco a quem nunca tem voz.
Ainda agora vi a louca sozinha a cantar, do alto daquela janela.
Há noites em que a saudade me deixa a pensar:
Um dia juntar-me a ela.
Um dia cantar…
como ela.

Ainda bem que eu nunca fui capaz de encontrar a viela a seguir.
Ainda bem que o Tejo é lilás e os peixes não param de rir.
Ainda bem que o teu corpo não quer embarcar na tormenta do réu.
Ainda bem se o destino quiser esta trágica historia, sou eu.
Ainda agora vi a louca sozinha a cantar, do alto daquela janela.
Há noites em que a saudade me deixa a pensar:
Um dia juntar-me a ela.
Um dia cantar…
como ela.

segunda-feira, outubro 15, 2012

The Noun Project

A seguir...

 

segunda-feira, setembro 24, 2012

Quinta-feira

segunda-feira, setembro 17, 2012

Uma canção que é uma bomba

Eram moços de ovelhas,
deram belos presidentes com queda para
presidiários.





Alvorada canta o galo à meia nova
O chão de sempre, a santa vida
Vê-se o céu ensanguentado e o abutre junto à cova
Mas ninguém dá a jornada por perdida

Quantos filhos pelos séculos a Lisboa
de passãos a funcionários
Eram moços de ovelhas, deram belos presidentes
com queda para presidiários

Bomba-canção, bomba-canção
Canto artilhado para o altar das feiras
Já se foi Abril, fado pastoril
Ó dêm ó parteiras

Na parada dos heróis e vigilantes
era enorme a afluência
Na parada dos culpados pela desgraça e a culpa
Duas patas sozinha a penitência

E tu queres vir ensinar-me o que eu faço
Quanta audácia, Cipião
Se eu tenho ar de parolo e tu és parolo da cidade
Mas qual de nós reluzirá na escuridão

Bomba-canção, bomba-canção
Canto aviado de olhos ao novo mundo
Vai ser ao papel, e vou adivinhar
Para a mesa do futuro

Lida Portugal
De candeia na mão
Sentado no sofá

Em frente à televisão

Fim do dia, lá se esconde a varejeira
Fé e ânsia em toda a parte
Vou andando atrás de ti só para ver o pôr-do-sol
Reflectido na traseira do teu Smart

Bomba-canção, bomba-canção
Canto artilhado para o fechar da feira
Se era para subir, toca a resistir
Que eu já lá andei



(com um ou outro erro, esta é a única letra da Bomba Canção que existe online - viva eu)

terça-feira, setembro 11, 2012

sexta-feira, agosto 31, 2012

O Planeta Humano

terça-feira, agosto 21, 2012

O cúmulo do ridículo

Um homem algemado com as mãos atrás das costas suicidou-se com um tiro na têmpora direita, dentro de um carro patrulha da polícia, nos Estados Unidos.

O relatório do laboratório criminal do Estado do Arkansas, agora divulgado, indica que o cano da arma estava colocado contra a cabeça de Chavis Carter, de 21 anos, quando a mesma desferiu um tiro.

A morte foi classificada como suicídio, com base no apurado durante a autópsia e em conclusões de uma investigação da polícia, que apontam para uma arma escondida pelo detido.

«Ele estava algemado e dentro de um carro da polícia, onde aparentemente conseguiu uma arma e, apesar de estar algemado, atingiu-se a si mesmo na cabeça», lê-se no relatório.

O jovem foi detido, depois de a polícia ter mandado parar, numa operação stop, o camião onde seguia à boleia. Enquanto o condutor e o outro passageiro prosseguiram, Carter foi detido, dada a existência de um mandado de detenção em seu nome, por posse de drogas. A polícia revistou-o, encontrou marijuana, mas nenhuma arma.

«É óbvio que não encontraram a arma na primeira revista. E durante a segunda, que foi mais minuciosa e generalizada, também não», disse o chefe da Polícia de Jonesboro, Michael Iates.

Uma análise toxicológica feita ao corpo mostrou ainda que Carter testou positivo em metanfetaminas, ansiolíticos e outras drogas.



PS: Adivinham com que se parece Chavis Carter?

terça-feira, junho 19, 2012

domingo, junho 10, 2012

Portrait de l’artiste sous les traits d’un moqueur


(I like big butts and I cannot lie)